Skip to main content
Recursos para E-commerce

Plataforma de e-commerce: mudaram os critérios de escolha?

A transformação digital foi acelerada nos últimos anos. Para as empresas, a principal mudança é a urgência de investir mais fortemente nas vendas via internet, não importa o porte da empresa ou o público com o qual trabalha – B2C ou B2B. 

E, definitivamente, não há mais espaço para nenhum tipo de concorrência entre os canais. O comportamento do consumidor é omnichannel e, quem quiser obter a sua preferência, deve colocar a sua conveniência em primeiro plano. 

Como detalhamos neste artigo, o investimento nessa área exige alguns cuidados, principalmente na escolha da plataforma. 

É hora de investir no comércio eletrônico? 

O crescimento do comércio eletrônico nos últimos anos mostra que o fortalecimento das atividades online tornou-se questão de sobrevivência. 

Assim, para aqueles que ainda pensam no digital como algo secundário, apenas para ampliar os canais de oferta de seus produtos, os processos de implementação precisam ser acelerados. 

Refletindo sobre o futuro, os especialistas alertam: as transformações ocorridas no período de isolamento social foram irreversíveis. 

No caso do e-commerce, o consumidor entendeu a conveniência das compras online e as empresas não têm mais como ignorar a necessidade de atuar com base no conceito omnichannel. 

Na busca de alternativas para as vendas via internet, os gestores devem estar atentos. A escolha de uma boa plataforma de e-commerce precisa ser feita com cuidado. 

Vamos analisar as questões primordiais nos próximos tópicos. 

É necessário ter uma plataforma escalável? 

Um dos aspectos que precisam ser analisados é se a solução é escalável. A loja deve estar preparada para o aumento da demanda. 

Não faz sentido ter uma plataforma de e-commerce que não consiga acompanhar o crescimento da operação. 

É importante lembrar que o ambiente digital abre outras possibilidades para as empresas. 

Primeiro, em virtude do rompimento da barreira geográfica. E, assim, empresas que conseguem se organizar podem expandir suas áreas de atuação. 

Outro aspecto que deve ser considerado é a possibilidade de ampliação da própria linha de produtos, por meio de acordos comerciais. 

Mais uma vez, lembre-se de que hoje o ritmo das transformações é acelerado no ambiente corporativo, e a inovação precisa fazer parte do dia a dia dos gestores. 

Nesse sentido, uma tendência importante é a formação de parcerias que ajudem a otimizar melhor os recursos das operações. Essa pode ser a saída para muitas empresas movimentarem seus negócios. 

Agora, imagine que sua empresa consiga o acordo com um fornecedor importante de determinado item, numa condição favorável e que ajude a colocar a loja em destaque. 

Como atender à demanda se a plataforma de e-commerce escolhida não é escalável e, portanto, não consegue acompanhar a evolução do negócio? 

Fique atento: opte por um sistema de vendas que não prejudique a expansão da loja, caso ela ocorra no curto, no médio ou no longo prazo. 

A expertise do fornecedor importa? 

A reputação da empresa e a experiência do fornecedor da solução é outro fator que precisa ser priorizado na contratação da plataforma de e-commerce.  

Com o crescimento acelerado das vendas online, não é o momento de se arriscar, escolher fornecedores que têm como principal diferencial a “oferta mais barata”. 

Soluções adequadas no ambiente digital exigem estrutura e investimentos consistentes na área de inovação. Mais do que nunca, é importante avaliar o histórico do fornecedor, quem são seus clientes, há quanto tempo está no mercado e como é a sua reputação. 

Como fica a questão da tecnologia? 

Definir quais soluções tecnológicas são importantes para o negócio online é uma das etapas mais importantes na escolha das plataformas de e-commerce. 

Compreensível, afinal, o mercado dispõe de diversos sistemas e nem sempre é fácil equacionar de forma adequada a relação custo versus benefício. 

Considerando que é fundamental oferecer um ambiente amigável e seguro para o consumidor, ao mesmo tempo em que se garante um sistema de gestão eficiente, preste atenção nesses requisitos básicos: 

Plataforma omnichannel 

Não faz sentido hoje investir num sistema de vendas que não seja omnichannel. Certifique-se, portanto, de que o seu cliente poderá fazer a compra no site, no mobile, nas redes sociais, via WhatsApp, no televendas e nos principais marketplaces. 

No caso dos marketplaces, atenção: a plataforma de e-commerce deve ter um hub nativo, responsável por facilitar a integração com esses sistemas de vendas. 

Infraestrutura compatível com as demandas 

Muitas vezes, numa excessiva preocupação com o custo, acaba-se optando por um sistema que não resolve as demandas do cliente.  

Cuidado, uma vez que nesse caso o investimento será desperdiçado. Se o usuário não consegue ter a melhor experiência possível, como o seu negócio vai evoluir? 

Para não errar, opte por plataformas desenvolvidas para suportar grandes operações de comércio eletrônico. Sistemas de venda de ponta oferecem hoje 99,9% de funcionamento do software (SLA). 

Outro aspecto fundamental: nesse processo de evolução do e-commerce, ter uma loja mais rápida e flexível deixou de ser apenas “desejável”. 

Se temos que valorizar a experiência proporcionada ao cliente, isso será determinante para o sucesso ou o fracasso do negócio.  

Assim, ter uma tecnologia de front-end devidamente otimizada deve ser vista como prioritária não apenas para garantir as vendas, mas também assegurar mais performance nas estratégias empregadas pelas lojas.   

Ferramentas para analisar o desempenho da loja 

Ter como monitorar o desempenho da loja com mais precisão é uma das vantagens do comércio eletrônico. Portanto, não ignore recursos nessa área. 

Ao avaliar as opções do mercado, certifique-se de que a plataforma conta com um sistema analytics (com camadas de IA) que agilize o processo de tomada de decisão do e-commerce. 

Essa é a garantia de que o gestor terá acesso a diversos tipos de relatórios para analisar o comportamento e a jornada de compra de seus clientes, avaliar o perfil dos consumidores e mensurar o desempenho da loja. 

Avalie, ainda, se a plataforma disponibiliza relatórios de carrinhos abandonados e se traz todas as estatísticas da operação — visitantes, clientes cadastrados, e-mails cadastrados, pedidos etc. 

Suporte técnico para o lojista 

Estrutura completa para apoiar o cliente no dia a dia é outro diferencial importante, assim como infraestrutura de hospedagem e atualizações da plataforma. 

Não faz sentido que a loja tenha que se preocupar com essa parte técnica. O volume de acesso costuma oscilar nas lojas online, por isso, ter uma plataforma preparada para os períodos de maior demanda pode fazer a diferença para os seus resultados. 

Em datas comemorativas, como Black Friday, o ideal é que o fornecedor realize os testes com antecedência e trabalhe para garantir que o usuário tenha a melhor experiência possível. 

Foco na conversão 

Num mercado tão competitivo como o de e-commerce, o foco deve estar na conversão. As taxas das lojas virtuais não são altas, por isso, o objetivo é sempre elevar o desempenho da operação nesse quesito. 

Lembre-se de que problemas nessa área também têm a ver com a otimização dos investimentos feitos pelo comércio eletrônico. Se conseguimos atrair o público, mas não concluímos a vendas, como justificar os esforços empreendidos para gerar mais tráfego? 

O ideal é que se trabalhe com uma plataforma que tenha disponível os seguintes features: 

— Checkout sem senha; 

— Auxílio visual para preenchimento dos dados do cartão, com exibição dos campos em etapas; 

— Módulo de princing, que permite criar diversas promoções; 

— Integrações com marketplaces; 

— Customizações de front end que proporcionam melhor usabilidade e aumento da conversão. 

Ainda visando a conversão, é crucial também avaliar os recursos que vão ajudar o e-commerce a promover os produtos, fazer a divulgação da loja. 

Entre as funcionalidades, uma das mais importantes é a possibilidade de customização do visual e da personalidade da loja, de acordo com a identidade da sua marca. 

Em função dessa questão da personalização, o mais indicado é adotar um sistema que opere com tecnologia open front-end, aberta para customização de códigos html, css e javascript. 

É importante avaliar, também, se a fornecedora da sua plataforma mantém parcerias com as empresas que formam o ecossistema do e-commerce.  

Os programas de parceiros são importantes para que o lojista possa contar, por exemplo, com o apoio de empresas especializadas em ERPs, meios de pagamento, integradores, precificação, atendimento, certificações etc. 

Como você viu, existem diversos fatores que devem ser analisados na escolha da plataforma de e-commerce. As transformações no mundo corporativos têm sido aceleradas e as empresas precisam estar preparadas para explorar melhor as oportunidades. 

O artigo ajudou a esclarecer suas dúvidas? Acesse também este conteúdo E-commerce de alta performance? Veja como as funcionalidades da JET fazem a diferença. Ele traz detalhes sobre tudo o que você precisa para começar a movimentar o faturamento do seu negócio. 

Compartilhe